Elizabeth Gilbert e uma nova releitura sobre o processo criativo

Recentemente, no meu primeiro encontro do Entre Mulheres e Letras, peguei emprestado o best seller Comer, Orar, Amar, e após já ter dedicado um post bem pessoal no meu blog sobre o livro, me deparo com esse video muito interessante onde a autora Elizabeth Gilbert  faz um discurso de como encontrar formas alternativas para apaziguar as angústias que envolvem o precesso de criação artística.  Vale a pena conferir!!!!

Anúncios

  1. vaneden

    Priscilla,

    Muito bonita esta entrevista com Elizabeth Gilberto!
    Quem conhecera a essencia do processo criativo do ser humano, sera que somente uns privilegiados tem acesso a esse dom vindo nao se sabe de onde. Acho que isso sera sempre um enigma…

    Elizabeth tem o dom da palavra e um carisma impressionante.

    Belo post!

    Beijos

    Norma

  2. Priscilla

    Oi Norma,

    Eu ando muitissimo interessada nesse tema ultimamente. E já coloquei um video bem legal de um especialista em criatividade, Ken Robinson lá no meu blog, onde ele cita a famosa frase de Picasso:” toda a criança é um artista o difícil é ser um adulto artista.”

    Eu acredito que existem sim métodas para cada um de nós descubrirmos nossos dons e descubrirmos o caminho para inspiração contínua, mas para chegar até a originalidade requer a habilidade de combater o nosso insistente medo de errar.

    Beijos

  3. Luize

    O livro mais entediante que já li rsrs a única parte bem no finalzinho que salva a escritora de não cometer o suicídio é ter encontrado um brasileiro para fazer a grande caridade de trepar com ela rsrs, nossa a mulher é sem noção, quer passar uma crise de identidade que sinceramente?! muito comum no seu país de origem, afinal os americanos são tão vazios e apáticos, nada de fora do comum, a mulher come come na Itália, reza reza na Índia, e trepa trepa até ter uma cistite, acredita na Indonésia com o Brasileiro que salvou literalmente suas viajens entediantes e sua vidinha medíocre. Não comprem o livro, compre uma revista Nova ou Mulher Executiva, muito mais caliente e interessante.

  4. Priscilla Camargo

    Oi Luize,

    Interessante seu comentário, mais interessante é a diversidade que possibilita as pessoas olharem aspectos completamente antagônicos dentro de um mesmo texto.

    Concordo que a escritora tem seus americanismos, mas eu realmente sou cautelosa para julgar a existência de alguém como medíocre, pois a própria mediocridade, assim como basicamente todas as afirmações referentes ao enquadramento de comportamentos e ações humanas, depende muito e varia de acordo com os olhos de quem vê.
    Também acho difícil uma viagem como expatriada para Itália, Índia e Indonésia ser enfadonha, nem mesmo um americano com toda a sua apatia conseguiria fazer isso…hehehehhe….

    E como diz o ditado “cada cabeça uma sentença”, ao contrário de você, achei que a parte desinteressante sobre a vida dela não tem haver com crises ou auto-busca, mas sim finalizar o processo com o brasileiro. Mas não vou entrar em detalhes do porque agora….

    De qualquer forma, esse poste foi sobre um vídeo onde a Elizabeth Gilbert fala sobre o processo criativo e não especificamente sobre o livro. Como temos leitores que também se arriscam na arte da escrita, achei muito adequado postar, pois a autora propõe uma solução metafórica para as dificuldades intrísecas no processo de fazer arte.

    Sou apreciadora das diferenças e por isso mesmo gostei muito do seu comentário e de conhecer a sua visão sobre o livro, portanto gostaria de te convidar a repeti-lo num espaço para discussão e crítica literária, na página do Entre Mulheres e Letras no facebook:

    http://www.facebook.com/topic.php?topic=48&uid=118304374866037#!/topic.php?uid=118304374866037&topic=47

    Participe também dando sugestões de livros, e sempre que quiser traga a sua opinião para o blog.

  5. Flavia

    É impressionante o quanto uma pessoa consegue criticar o trabalho e os problemas de outra pessoa com tanta facilidade.
    Liz, em seu livro, fala abertamente de seus problemas e de sua vida. Com certeza muitas mulheres já passaram pelos problemas da autora.
    É claro que existem problemas maiores, mas cada um com seus conflitos. Acho muito legal o fato da autora ter resolvido os problemas de forma tão inusitada ao invés de se tornar uma mulher amargurada.
    Claro que nem todo mundo tem as mesmas condições pra fazer tudo que ela fez, mas o que importa é que a experiência de vida que ela nos passa é transformadora. Sinceramente tenho que dizer, uma pessoa com um vocabulário tão pobre e chulo quanto Luize que fez o comentário mal deve ter lido um resumo do livro.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s